Desta fez, três torres
de túmulos da antiga cidade de Palmira, em mais um caso de destruição Os
militantes já destruíram dois templos da era romana na cidade, túmulos datados
entre os anos 44 e 103 d.C. Fontes de Palmira confirmaram a destruição dos
túmulos, incluindo o de Elahbel, construído em 103 d.C, de quatro andares e um
piso subterrâneo, um dos mais preservados.
O grupo promoveu
assassinatos em massa em lugares que conquistou e vem destruindo monumentos que
consideram sacrílegos, postando depois fotografias ou vídeos de suas ações. Decapitaram
o guardião das ruínas antigas do Palmira no mês passado.
A agência cultural das
Nações Unidas, UNESCO, destaca que as ações do Estado Islâmico são crimes de
guerra que visam aniquilar evidências da diversidade cultural na história da
Síria. Ativistas dizem que o grupo mantém um controle acirrado sobre as
comunicações na cidade, fazendo com que os eventos sejam de difícil acesso. Nas
últimas duas semanas, o grupo explodiu parte do Templo de Bel e do Templo Baal
Shamin, bem como uma fileira de colunas, de acordo com uma análise de imagens
de satélite feita pelas Nações Unidas.
“O mesmo fizeram os turcos
quando tomaram Constantinopla, em 1492, e quando invadiram a Grécia, destruindo
os mais importantes monumentos daquela civilização. O fanatismo religioso,
somado ao politico são responsáveis por muito do sofrimento que a humanidade
atravessou e atravessa neste instante. O radicalismo dos evangélicos de seitas
no Brasil os têm levado a invadir terreiros , destruir imagens de santos católicos,
etc. Como Palmyra é patrimônio da humanidade, a ONU deveria intervir
militarmente para guardar esse sítios. Amanhã eles podem botar uma bomba na
Capela Sixtina e destruir o que Michelangelo deixou como patrimônio para o
mundo. O limite de tolerância já foi ultrapassado e os grandes poderes
militares devem se unir para dar um basta nesses vândalos.” Ronaldo Rêgo.

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