sábado, 5 de setembro de 2015

O Estado Islâmico mais uma vez explode Patrimônio Mundial da Unesco.


  


Desta fez, três torres de túmulos da antiga cidade de Palmira, em mais um caso de destruição Os militantes já destruíram dois templos da era romana na cidade, túmulos datados entre os anos 44 e 103 d.C. Fontes de Palmira confirmaram a destruição dos túmulos, incluindo o de Elahbel, construído em 103 d.C, de quatro andares e um piso subterrâneo, um dos mais preservados.

O grupo promoveu assassinatos em massa em lugares que conquistou e vem destruindo monumentos que consideram sacrílegos, postando depois fotografias ou vídeos de suas ações. Decapitaram o guardião das ruínas antigas do Palmira no mês passado.

A agência cultural das Nações Unidas, UNESCO, destaca que as ações do Estado Islâmico são crimes de guerra que visam aniquilar evidências da diversidade cultural na história da Síria. Ativistas dizem que o grupo mantém um controle acirrado sobre as comunicações na cidade, fazendo com que os eventos sejam de difícil acesso. Nas últimas duas semanas, o grupo explodiu parte do Templo de Bel e do Templo Baal Shamin, bem como uma fileira de colunas, de acordo com uma análise de imagens de satélite feita pelas Nações Unidas.



O mesmo fizeram os turcos quando tomaram Constantinopla, em 1492, e quando invadiram a Grécia, destruindo os mais importantes monumentos daquela civilização. O fanatismo religioso, somado ao politico são responsáveis por muito do sofrimento que a humanidade atravessou e atravessa neste instante. O radicalismo dos evangélicos de seitas no Brasil os têm levado a invadir terreiros , destruir imagens de santos católicos, etc. Como Palmyra é patrimônio da humanidade, a ONU deveria intervir militarmente para guardar esse sítios. Amanhã eles podem botar uma bomba na Capela Sixtina e destruir o que Michelangelo deixou como patrimônio para o mundo. O limite de tolerância já foi ultrapassado e os grandes poderes militares devem se unir para dar um basta nesses vândalos.” Ronaldo Rêgo.

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