Ele
não fez pouco, porque contratou arquitetos renomados para entregar moradias
coloridas, resistentes e ecologicamente corretas em NEW ORLEANS, LOUISIANA.
Quando
aconteceu a devastadora passagem do furacão Katrina pela cidade de New Orleans que
completa 10 anos nesta semana, a reconstrução da região contou com os esforços
dos governos federal, estadual e local, a própria população e da celebridade
hollywoodiana Brad Pitt.
Segundo
o jornal britânico Daily Mail, Pitt trabalhou para reconstruir as casas
que foram destruídas com o desastre: “Começamos isso de forma incrivelmente
ingênua, apenas pensando que podíamos construir casas. Quão difícil é isso?”,
disse o ator a um jornal local.
Dificuldades
durante o processo de reconstrução, como a falta de conhecimento no setor
burocrático, não impediu Pitt de entregar 109 casas coloridas, resistentes e ecologicamente
corretas para as famílias que perderam tudo no lugar onde não havia sobrado
nada além de lama e detritos: “Sinto orgulho quando vejo esse pequeno oásis de
cor e os painéis solares”, ressaltou o ator. E nós mais ainda Pitt.
Apaixonado
por arquitetura, Pitt queria que a sua fundação MAKE IT RIGHT reconstruísse
casas para atendee às necessidades dos moradores, e que também fossem bem
projetadas, ecologicamente corretas e baratas de se viver: “Eu vou até o
bairro, vejo pessoas em suas varandas e pergunto como a casa está as tratando?
Elas dizem ‘bem’. Pergunto sobre a conta de luz e elas dizem que o gasto é de
mais ou menos ‘uns US$ 24′ e eu me sinto ótimo”, disse Pitt.
O
ator utilizou sua lista de contatos para conseguir com que alguns dos melhores
arquitetos do mundo, como Shigeru Ban, Thom Mayne e Frank Gehry, projetassem
algumas das casas futuristas. A área hoje é uma das atrações turísticas de New
Orleans: “Você não tem que construir moradias de baixo orçamento com os
materiais mais baratos, mantendo as pessoas na pobreza”, disse Pitt, que não
revelou ao Daily Mail se usou o seu próprio dinheiro nas reformas.
Mas disse que todo o projeto de reconstrução custou US$ 26,8 milhões, uma média
de US$ 150 mil por casa.







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