segunda-feira, 7 de dezembro de 2009



Providências diplomáticas


às declarações ofensivas 


contra o Brasil


deu em nada



Os gringos americanos inconformados do Rio ter vencido Chicago na disputa pela sede das Olimpíadas de 2016, detonam nosso país. Começou com Wanda Sykes chamando as mulheres brasileiras de prostitutas. Depois foi enxurrada; os mais influentes jornais americanos duvidam da competência da cidade para sediar o maior evento esportivo do mundo. 


Dão notícias terríveis sobre os apagões que transformaram o Rio num caos em pleno verão, Robin Williams no programa de David Letterman disse que o Rio ganhou levando 50 strippers e meio quilo de pó para Copenhagen, enquanto Chicago tinha armas Oprah Winfrey e Michelle Obama. Já noticie no blog. 


Naquela noite, Robin Williams dava entrevista no programa de Letterman, acusado de ser um big sem-vergonha que cantava suas produtora, obrigando-a a transar com ele, segundo algumas de suas vítimas, demitidas ao não aceitar a parada sexual do chefe. Se referiu a Michelle e Oprah, ambas negras e não tão novas, como opções que não conseguiram convencer os juízes???????


Discriminação de cor e idade por parte dele ao usar o nome de duas personalidades americanas. Deboche sem sentido e ofensa ao Comitê Olímpico Internacional que teria se vendido por tão pouco numa votação de importância mundial. Wanda Sykes, os jornais americanos e Robin Williams não poupam críticas ao país por acharem que ele tem uma imagem muito liberal e permissiva “lá fora”. Leila Cordeiro decidiu não se calar e pediu providências diplomáticas em relação às declarações ofensivas e irresponsáveis de estrangeiros contra o país. Resposta: 


Você está vivendo em outro mundo. O Brasil passa mesmo essa idéia de que aqui tudo acaba em samba e quarto de motel. Sem contar as alegações desses mesmos brasileiros de que a própria TV brasileira estimula a prostituição através de sua programação, baixa e sem nenhum teor educativo. “ 


Infelizmente, ela, eu, muitos colegas de imprensa, somos obrigados a concordar com a tese de que ela, a mulher, está dentro do nosso próprio país, cada vez mais sendo tratada como objeto de consumo, descartável quando vence seu prazo de validade no mercado.

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