domingo, 2 de maio de 2010


Carla Bruni-Sarkozy na China


A banda do Exército Popular de Liberação da China reservou uma surpresa ao Presidente da França e sua esposa Carla Bruni. Uma jovem chinesa cantou ”tout le monde est une drôle de personne” ("todo mundo é uma pessoa engraçada"), uma das canções da primeira dama, e em seguida a banda tocou “la noyé”, dois títulos que apareceram no primeiro álbum de Carla Bruni, lançado em 2002.


Carla Bruni-Sarkozy, realizam de quarta a sexta-feira visita de Estado na China. "Esta é a primeira vez que estou na China, é deslumbrante", disse Carla Bruni-Sarkozy aos jornalistas. No jantar de Estado em sua honra, tradicional, Carla Bruni-Sarkozy apareceu muito alegre em um vestido negro, sem mangas e adornado com uma cintura pequena. Esta visita constitui uma oportunidade para o casal presidencial para o turismo. Na quarta de manhã antes do início oficial da visita, a primeira parada do casal Sarkozy em Xi'an (NW) foi visitar na antiga capital imperial, o mausoléu do imperador Qin Shi Huang (para 200 aC) e seu exército de milhares de soldados de terracota. Eles devem visitar a Grande Muralha da China, um trecho, especialmente aberta para eles.

Na sexta-feira, eles vão viajar para Xangai para marcar a abertura da Exposição. O presidente deve inaugurar o pavilhão francês, projetado pelo arquiteto Jacques Ferrier, cujo padrinho é o Alain Delon. A bandeira da França, na cidade, espera atrair 10 milhões de visitantes durante a Expo, de maio a outubro. Começa em Xangai a Expo 2010



O presidente da China, Hu Jintao, inaugurou a Exposição Mundial de Xangai, a maior da história por número de participantes e tamanho, cerimônia fechada com uma queima de fogos de artifício sobre o rio Huangpu, que atravessa o local da feira. A Expo 2010 deve receber em seus seis meses de duração pelo menos 70 milhões de visitantes, que percorrerão pavilhões de 189 países, entre eles 22 sem relações diplomáticas com a China, e de 50 organizações internacionais. O Centro de Atuações da Expo foi o local escolhido para a cerimônia, aberta com uma apresentação da chinesa Song Zuying junto com o ator chinês Jackie Chan, acompanhados por um coral de jovens.


Em seguida, foram içadas as bandeiras da China, do Escritório Internacional de Exposições e da própria Expo 2010, com seus respectivos hinos, seguidos por discursos oficiais de seus responsáveis, antes da inauguração de Hu. A Expo de Xangai é a maior da história por seu tamanho, de 5,28 quilômetros quadrados, e por número de participantes, com 239 países e organizações internacionais, e agora tem pela frente o desafio de ser a mais visitada. A Expo 2010 merece destaque por incluir inovações como a Zona de Melhores Práticas Urbanas, que abre a Expo pela primeira às cidades, que terão pavilhões próprios, assim como os países.


A iniciativa responde ao tema da feira deste ano, "Cidade Melhor, Vida Melhor", que aborda o problema da urbanização e de como melhorar a qualidade de vida nas cidades. Além disso, a Expo 2010 será a primeira a ser transmitida virtualmente, já que terá uma réplica na internet pensada, sobretudo, para que os milhões de chineses que não poderão viajar até Xangai possam visitá-la. A cerimônia conta com a presença do presidente da Comissão Europeia, José Manuel Durão Barroso, assim como do presidente da França, Nicolas Sarkozy, entre outros líderes dos cinco continentes.


Com uma espetacular queima de fogos de artifício e apresentação de diversos artistas, o presidente da China, Hu Jintao, inaugurou nesta sexta-feira (30) a Exposição Mundial de Xangai, a maior da história por tamanho e número de participantes. A Expo 2010 deve receber em seus seis meses de duração pelo menos 70 milhões de visitantes, que percorrerão pavilhões de 189 países e de 50 organizações internacionais. Com uma espetacular queima de fogos de artifício e apresentação de diversos artistas, o presidente da China, Hu Jintao, inaugurou nesta sexta-feira (30) a Exposição Mundial de Xangai, a maior da história por tamanho e número de participantes. A Expo 2010 deve receber em seus seis meses de duração pelo menos 70 milhões de visitantes, que percorrerão pavilhões de 189 países e de 50 organizações internacionais.


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