quinta-feira, 22 de outubro de 2009

Nat de Pretinha

agitou no Rio
Pelo menos um pouco de trégua nas baixarias dos morros denegrindo a imagem do Brasil antes da tão disputada Olimpíada. A versatilidade de Preta Gil na gravação do DVD Noite Preta, terça-feira (leia The Week) deu chororó até.

No palco, três geração da família Gil: ela, Gilberto Gil e Francisco, filho da estrela da noite, tocando guitarra.

O trio cantou Drão (música que o patriarca fez para a mãe de Preta), Sandra Gadelha: “Ela me agradeceu por participar do projeto, mas quem tem de agradecer sou eu. Em primeiro lugar, pela filha maravilhosa que é, e, ainda, por estar fazendo o seu trabalho de forma tão bonita e honesta”, disse o paizão Preta está casadíssima com o mergulhador Carlos Henrique Lima: “Casamos no civil, sem alarde, e até 2016 queo ter mais um filho.” Fez da maior boate gay seu templo, e formou um rebanho heterogêneo onde todos tem braços abertos: magros, gordos, brancos, gays, lésbicas, simpatizantes, caretas, alpinistas sociais, periguetes, milionários e globais. Seres que não se deixam abater pela caretice, pela mesmice e pelo baixo astral. No meio do show “toda Swarovski”, muito vento no cabelo, Preta perguntou: “vocês me aceitam?”

Ela é assim. Invade a alma e o coração de quem quer apenas ser feliz. E também não importa se a entendemos como cantora, peformer, artista, pop nas revistas de celebridade. Ela não precisa mais provar nada pra ninguém. Preta Gil é Preta Gil e pronto. Quem quiser, pode chegar.
Duas mil pessoas cantando em uníssono, ícones na musica ao seu lado, pernas duras, bumbum teso, cabelos no ventilador, luz própria, não precisa de carteirinha de clube nenhum. Ela já nasceu e não nas costas do pai ou de ninguém. Ela simplesmente é.

Nenhum comentário:

Postar um comentário